Bradesco adotará recicladores de notas da OKI Brasil

Equipamentos usados em ambientes de caixa trarão maior
agilidade e produtividade nos processos de saques e depósitos

 

São Paulo, dezembro de 2016 – O Bradesco, um dos maiores bancos privados brasileiros, está adotando a tecnologia de reciclagem de notas da OKI Brasil, presente em seu Teller Cash Recycler TCR-TG7 (foto), equipamento reciclador de notas voltado para ambientes de caixa e para a retaguarda de bancos, como em ambientes de tesouraria.

 Reciclador_de_notas_TCR-TG7_OKI_Brasil (1).jpg

 

O banco, que adquiriu 100 unidades do equipamento no final de 2015, já conta com diversas unidades em operação em agências espalhadas por diversos estados brasileiros. Os TCRs serão utilizados para a eficiência nos processos envolvendo numerário nas agências, no ambiente dos caixas do banco. Projetado para automatizar o recebimento, saque e contagem de cédulas, o TCR-TG7 é o mais preciso e rápido reciclador de notas do mercado, sendo capaz de processar até 12 cédulas por segundo, reconhecendo até 100 mil pontos por nota, validando se as mesmas são verdadeiras e falsas.

 

Os equipamentos utilizam uma mecânica de alta precisão e são fabricados no Brasil segundo rigorosos padrões de qualidade, visando prover aos clientes dispositivos recicladores com alta disponibilidade. Além da venda dos TCRs, a OKI Brasil também proverá os serviços de instalação e manutenção destes equipamentos por um período de 3 anos, em todo o território nacional.

 

“Esta é a primeira venda da OKI Brasil para o Bradesco e além de posicionar OKI Brasil em todos os grandes bancos privados brasileiros, fortalece a presença da tecnologia de reciclagem de notas, que tem se disseminado no segmento financeiro brasileiro como uma alternativa para aumento da produtividade e redução de custos operacionais nas operações de numerário”, afirma Wilton Ruas, Presidente e CEO da OKI Brasil. Segundo o executivo, além de melhorar os processos, a tecnologia de recicladores presente no TCR-TG7 também diminui a necessidade de dinheiro circulante disponível nos caixas. “Uma vez que as notas de depósitos ficam automaticamente disponíveis para futuros saques, a quantidade de dinheiro vivo necessário para manter a operação também é reduzida”, explica.